Esta tem a finalidade de informa-los sobre os temas propostos e as discussões propostas no I Encontro das ABDs Norte organizado pela ABDeC Pará. Infelizmente, por problemas internos e profissionais, algumas diretorias do Norte não participaram do encontro, mas já enviamos a memória das reuniões com as propostas e colocações da mesma.
Antes de tudo, torna-se importante valorizar os parceiros que possibilitaram este primeiro momento de organização. As passagens foram fornecidas pela SAV, que nos deixou felizes pela sensibilidade e atenção de toda sua equipe a nós e ao encontro. A Regional Norte, interlocutora sempre presente e que possibilitou a aproximação desta ABD com a Secretaria de Audiovisual. Ao Festival de Cinema de Belém e ao Instituo AmazÔnia Imaginária, pelas hospedagens, alimentação transporte e logística para o encontro.
O mesmo se deu nos dias 05 e 06 de julho, dentro da programação do Festival, em sala cedida pelo mesmo no Hilton Belém, dentro da estrutura do Festival. Estavam presentes ABDeC Pará (Afonso Gallindo, Suelene Pavão e Indaia Freire), ABD AM (Francisca Filho - Chicão), ABD AP (José Amoras e Zezão, presidente e vice, respectivamente), ABD RO (Carlos Levy, representando o presidente), ABD Nacional (Solange Lima, diretora de regionalização) STIC Pará (Suelene Pavão) e a recém formada APCA (Associação Paraense de Cinema de Animação, sendo representante Paulo Emmanuel), juntamente com realizadores e técnicos.
Iniciamos a reunião trazendo a pauta sugerida anteriormente por e-mail e aprovada para a mesa.
Por sugestão do presidente da ABD RR (por telefone) o tema regionalização foi o tema inicial.
Trazido então pela companheira Solange, neste momento, a importância do retorno do Censo visando a coleta de informações necessárias para se desenhar um perfil preciso da região e dos Estados que a compõem, disponibilizando as mesmas na internet e tendo assim maior “vitrine” de nossa produção para o Brasil e o exterior. Também colocada como proposta a reunião com os governadores do Norte, ação esta visa prioritariamente, a criação de um fundo com o objetivo de termos edital de produção para a região Norte. Este encontro já está sendo articulado pelo Nordeste. Ele se daria com apoio de empresas de grande porte fixadas na região e beneficiadas com a renúncia fiscal cedida pelos respectivos Estados. Ficou fechado amadurecermos para esta proposta com todas as ABDs Norte.
Também relatada a experiência da Bahia, Estado da diretora de regionalização, com relação a produções externas patrocinadas pelo mesmo. A proposta da participação de produtora local em regime de co-produção, para que a verba empregada na produção fique no Estado, isso fora a cota para técnicos locais, visando a qualificação e/ou reciclagem dos mesmos.
A sindicalização foi o tema sequinte. No Pará temos a Delegacia Sindical do STIC e sua delegada fez a devida apresentação. Na ocasião a ABD AM relatou sua experiência, bastante negativa, a respeito deste sindicato. Como inicialmente foi colocado pela ABDeC Pará, a intensão de implantar o sindicato se restringe a necessidade de dar início a profissionalização e fortalecimento do mercado, buscando mais respeito e justo pagamento dos técnicos locais não só para produções externas, mas nas produções brasileiras e locias também. Feita as ponderações, ficou definido que buscariamos esclarecimentos junto a nova diretoria do STIC a respeito do que nos foi colocado e, proposto a criação de um sindicato amazônico, que propomos discutir de maneira aberta.
A reciclagem e formação de mão-de-obra qualificada foi o tema sequinte. A ausência de escolas ou cursos voltados para o audiovisual em nossa região é um fator que preocupa muito. Os Núcleos de Produção Digital (NPD) seriam a saída em curto prazo, pela verba destinada aos cursos. No Pará, pela participação da ABDeC no comitê gestor, tivemos este cuidado. Mas a percepção de que existe a necessidade de buscarmos mecanismos de médio e longo prazo foi pauta também. Carecemos de um CTAV ou mesmo dois. Nossa região é imensa e o deslocamento de equipamentos é um fator complicador. Foi sugerido então o pleito de dois CTAV’s, um para a Amazônia Oriental e outro para a Amazônia Ocidental. Isto facilitaria o rodízio e agilizaria o acesso por todos, já que seriam cobertos menos Estados por cada unidade, mas com distâncias significativas.
Levantado também a mudança na opção do suporte, havendo uma migração real para captação em vídeo e finalização voltada para transfer, resultanto então na película.
Ressaltada também foi a importância dos pontos de cultura e os pontões. Isso possibilitaria acesso a equipamento a mais pessoas.
A questão ANCINE também foi levantada. Onde esta sendo aplicado em nossa região o imposto recolhido foi a questão. Em publicidade a arrecadação é grande e existem produtoras que burlam a lei, enviando vídeos diferentes com o mesmo registro. A ausência de fiscalização em nossa região é séria. Também a dificuldade de informações é grande a respeito do cadastro de obras e liberação das mesmas. A proposta colocada seria uma delegacia no Norte. Solange sugeriu denúncia sobre as produtoras que burlam a determinação da ANCINE. O imposto arrecadado e seu possível retorno na forma de benefícios/incentivo para a região também foi pauta.
A memória foi o tema final do encontro. A importância de finalizarmos o Censo proposto pela Nacional, preenchendo as fichas e assim visualisarmos o perfil de nossa região é o caminho para divulgarmos nossos contéudos e realizadores. O fortalecimento de Museus e Fundações voltadas para a preservação e conservação da memória são importantes, na criação de reservas técnicas mais eficientes, disponibilizando assim mecanismos de acesso pela população a trabalhos realizados por nossos associados em toda a região. Sugerido também convênio do MIS, das regiões que possuirem, com a cinemoteca visando o fortalecimento dos mesmos.
Ficou definido então que haveria o informe do conteúdo da reunião as ABDs que não estavam presentes, buscando “de acordo” aos temas discutidos e possivéis sugestões para enriquece-los. Será estruturada uma lista para as ABDs Norte, visando a continuação da discussão e que culminaria em Manaus, onde se daria as conclusão e dariamos os encaminhamentos necessários tanto internamente quanto na esfera nacional (União e ABD Nacional).
O presidente da ABD AM (Chicão) se encarregou de formatar a lista e disponibiliza-la para todos os presidentes do Norte para darmos continuidade as discussões. Este documento, juntamente com uma mostra da produção do Norte do país seria apresentada em Brasília, culminado com a entrega do documento pelas ABDs Norte e Nacional.
Algumas considerações pertinentes:
Nos cabe pleitear, cobrar e fiscalizar os mecanismos para viabilizar nossas produções.
Na reunião foi colocado pelo realizador paraensel Luiz Arnaldo Campos a importância da conciência de que somos e estamos na Amazônia, isso vale refletirmos.
Além das dificuldades, algumas comuns e outras particulares que enfrentamos na região Norte, fica como lição que precisamos nos fortalecer, conhecer nossas produções, nossos profissionais, nossa gente.
Históricamente, somos espectadores deste “set”. Geograficamente, estamos distantes demais até de nós mesmos e isso dificulta a troca de experiências.
Nos profissionalizar, valorizar nossos realizadores e técnicos, nossa história e nossa produção será a prova que podemos somar neste “roteiro” e assim fazermos parte não por sermos “do norte”, mas porque temos talento e competência para tal.
domingo, julho 15, 2007
terça-feira, julho 10, 2007
Plano Próximo - Agosto
Informe da ABDeC Pará para associados e simpatizantes.
Estamos chegando a metade de nosso mandato. Com muita satisfação, podemos dizer que nossas propostas estão sendo implementadas.
Entramos agora na fase de organização interna, sede para a associação e levantamento de nossa memória, sem deixar das discussões que sabemos importantes e muitas propostas por nós - apesar das dificuldades de administração, de tempo e pessoais, de toda a diretoria.
Pedimos então a todos que possuam material referente a ABDeC Pará que nos repassem com o objetivo de levantarmos, realmente, a história destes 23 anos de militância audiovisual em nosso Estado.
CLOSE
Reunião da ABDeC Pará (20/08/2007 - 19h - ICA)
Foi uma reunião rápida e basicamente de informes.
Esclarecemos aos presentes na reunião as propostas levadas a Câmara Setorial e gestores presentes a discussão. Adequamos as propostas (muitas, fruto de anos de discussão coletiva) e vamos aguardar a resposta.
Na ocasião foram tirados os nomes de Adriano Barosso e Zienhe Castro para a representação junto a Camara Municipal de Cultura.
Também foi reforçada a importância de nomes para a suplência do Núcleo de Produção Digital e GT com o Governo.
Fórum de Culturas do Pará
Durante o mês de julho houve paralização. Mas as discussões devem voltar agora no mês de setembro. Precisamos de parecer de nossos representantes (Indiá Freire e Laurenir Peniche) sobre os procedimentos. Necessitamos também de novos nomes, já que em breve Indiá precisará se ausentar. Julgamos importante a participação nesta discussão.
NPD Pará - Curso de Documentário com Vitor Lopes
Está acontencendo no IAP, de vento em polpa. Em breve, lista com todos os cursos e datas aqui. Vamos nos antenar, afinal são gratuítos e voltados para vocês.
PLANO GERAL
Encontro Nacional das ABDs – São Paulo
Embarco hoje de madrugada para participar. Será uma importante pontuação no diálogo iniciado no I Encontro das ABDs Norte.
Graças a presença, abatemos o débito com a Nacional, isto quer dizer que reativamos o convênio ABD para realizadores. Resta ainda regularizarmos a situação da ABDeC Pará com o CBC e reestruturar financeiramente a local.
Já iniciamos as conversas em busca de benefícios para os associados locais. Imaginamos até setembro já contarmos com novidades.
ABDs Norte: a discussão
Enviamos e-mail para todos os presidentes das ABDs Norte reforçando a importância do amadurecimento da discussão. Buscaremos reforçar o diálogo no encontro em São Paulo.
Projeto CINE OLYMPIA
Aguardamos todo o material solicitado a Comissão Gestora (da qual fazemos parte) e então encaminharmos para Brasília, na intenção de pleitear junto ao MINC apoio na reforma e restauro do espaço. A articulação já foi feita por nós e temos cobrado sistemáticamente.
Estamos chegando a metade de nosso mandato. Com muita satisfação, podemos dizer que nossas propostas estão sendo implementadas.
Entramos agora na fase de organização interna, sede para a associação e levantamento de nossa memória, sem deixar das discussões que sabemos importantes e muitas propostas por nós - apesar das dificuldades de administração, de tempo e pessoais, de toda a diretoria.
Pedimos então a todos que possuam material referente a ABDeC Pará que nos repassem com o objetivo de levantarmos, realmente, a história destes 23 anos de militância audiovisual em nosso Estado.
CLOSE
Reunião da ABDeC Pará (20/08/2007 - 19h - ICA)
Foi uma reunião rápida e basicamente de informes.
Esclarecemos aos presentes na reunião as propostas levadas a Câmara Setorial e gestores presentes a discussão. Adequamos as propostas (muitas, fruto de anos de discussão coletiva) e vamos aguardar a resposta.
Na ocasião foram tirados os nomes de Adriano Barosso e Zienhe Castro para a representação junto a Camara Municipal de Cultura.
Também foi reforçada a importância de nomes para a suplência do Núcleo de Produção Digital e GT com o Governo.
Fórum de Culturas do Pará
Durante o mês de julho houve paralização. Mas as discussões devem voltar agora no mês de setembro. Precisamos de parecer de nossos representantes (Indiá Freire e Laurenir Peniche) sobre os procedimentos. Necessitamos também de novos nomes, já que em breve Indiá precisará se ausentar. Julgamos importante a participação nesta discussão.
NPD Pará - Curso de Documentário com Vitor Lopes
Está acontencendo no IAP, de vento em polpa. Em breve, lista com todos os cursos e datas aqui. Vamos nos antenar, afinal são gratuítos e voltados para vocês.
PLANO GERAL
Encontro Nacional das ABDs – São Paulo
Embarco hoje de madrugada para participar. Será uma importante pontuação no diálogo iniciado no I Encontro das ABDs Norte.
Graças a presença, abatemos o débito com a Nacional, isto quer dizer que reativamos o convênio ABD para realizadores. Resta ainda regularizarmos a situação da ABDeC Pará com o CBC e reestruturar financeiramente a local.
Já iniciamos as conversas em busca de benefícios para os associados locais. Imaginamos até setembro já contarmos com novidades.
ABDs Norte: a discussão
Enviamos e-mail para todos os presidentes das ABDs Norte reforçando a importância do amadurecimento da discussão. Buscaremos reforçar o diálogo no encontro em São Paulo.
Projeto CINE OLYMPIA
Aguardamos todo o material solicitado a Comissão Gestora (da qual fazemos parte) e então encaminharmos para Brasília, na intenção de pleitear junto ao MINC apoio na reforma e restauro do espaço. A articulação já foi feita por nós e temos cobrado sistemáticamente.
sexta-feira, junho 15, 2007
Plano Próximo - Julho
Informe da ABDeC Pará para associados e simpatizantes.
ARGUMENTO
Comitê Gestor do Espaço Olympia
Somente na quinta-feira passada (05 de julho) foi oficializado o comitê gestor do espaço pela FUMBEL.
A ocasião aconteceu reunião na FUMBEL, com a presença da FUMBEL, SEMEC, ABDeC e APCC, todos membros do comitê gestor, agora oficializado.
Em linhas gerais, foram abordados os primeiros movimentos para implantação da proposta original feita por este coletivo. Entre elas, a formatação de estatuto, a utilização concreta do espaço com finalidade a difusão da produção audiovisual nacional (incluindo o paraense) e acesso da população de Belém ao espaço.
I Encontro da ABD’s Norte
Com organização da ABDeC Pará e parceria fundamental da SAV (Secretária de Audiovisual – MINc), Regional Norte do MINC, Instituto Amazônia Imaginária, Festival de Cinema de Belém e IPHAN. O encontro aconteceu nos dias 05 e 06 de julho no Hilton Belém. A reunião que contou com a presença das ABD’s de Manaus (Presindete Francisco Filho), Roraima (representante Carlos Levi), Amapá (Presidente e Vice José Amoras e José dos Santos Reis Filho, respectivamente) e e Pará (Afonso Gallindo). Os demais Estados da região convidados (Acre, Rondônia, Tocantins e Maranhão) não puderam se fazer presentes por problemas de ordem profissional, mas enviaram apoio por e-mail. Contamos também com a presença de Solange Lima (ABD Bahia e diretora de regionalização da ABD Nacional). Pontuamos também a participação da representação em Marabá da ABDeC Pará (Marreiros) e da “curumim” APCA (Associação Paraense de Cinema de Animação) e a parti dai oficializada, que já nasce somando na discussão audiovisual do Estado.
A iniciativa, inédita até hoje em nossa região, teve uma pauta ampla e intenção de identificar os problemas comuns, gerar propostas/ações concretas para toda a região.
Os pontos propostos foram: Regionalização e desenho da produção no norte do país, Normatização, Profissionalização, Ancine, CTAV Norte, Convênio Nacional ABD, Memória e formação de platéia.
A discussão entre as diretorias continua e findará com apresentação das propostas e solicitações em Brasília, ainda este ano.
Discussão de Políticas Públicas para o Audiovisual
Aconteceu dia 07 de julho, dentro da Conferência Estadual de Cultura.
Com a presença de Sra. Beth Jaquaribe (SAV – MINc), Sr. Edilson Moura (Secretário de Cultura do Estado), Srs. Jaime Bibas e Alberto Bitar (IAP), Sra. Ana Lobato (NPD), Sr. Valmir Bispo (Fundação Curro Velho), Sr. Careca Braga (?????), Sr. Januário Guedes (FUNTELPA), Sra. Paula Macêdo (MIS Pará), Sr. Cincinato Junior (Câmara Setorial de Cultura do Estado), Sr. Osmar Arrouk (Representando a FUMBEL), Diretoria da ABDeC Pará, Solange Lima (Diretoria de regionalização da ABD Nacional), Marreiros (Delegado ABDeC Pará em Marabá), Suelene Pavão (Delegada Regional STIC-Pará), José Amoras (ABD AP) e Francisco Filho (ABD AM), Diretoria da Associação Paraense de Cinema de Animação (APCA), entre técnicos, realizadores e amantes do audiovisual.
O tema principal foi a elaboração de uma politica concreta para o segmento (como leis orgânicas, editais, fomento e apoio a produções locais...) e o convite para a extensão da reunião que aconteceu durante o Festival de Cinema de Belém, a respeito da implantação da Pará Film Comition.
Na oportunidade foram colocadas as necessidades do segmento, pleito para editais de longa e curtas e também contribuir com a proposta e diretrizes da nova gestão para o Estado, apresentado números e vantagens da implantação da Pará Film Comition, gerendo emprego e renda para todo o Estado e as diversas secretárias do governo e município de Belém.
Como consequência, foi implantado dois GT’s visando estruturar de maneira efetiva entre a sociedade cívil organizada com o governo e o município, indicando a formalização destas possibilidades e amadurecimento das propostas colocadas, visando assim um equilíbrio entre o possível e o desejado e encontrando caminhos, parcerias para viabilização do todo proposto por este coletivo.
CLOSE
Reunião de diretoria e novas diretrizes
Regulariação da associação junto a nacional e demais estâncias, restabelecendo não só o Convênio com a ABD Nacional para produção e finalização, mas também as parcerias desta regional e os resultados para nossos associados.
Reorganização e regularização da contribuição de nosso quadro de associados, valorizando a participação e a fé dos mesmos nesta, visando criar vantagens para os mesmos, resgatando assim seu direito a voto nas discussões e participação de reuniões e encontros do segmento de maneira justa.
ARGUMENTO
Comitê Gestor do Espaço Olympia
Somente na quinta-feira passada (05 de julho) foi oficializado o comitê gestor do espaço pela FUMBEL.
A ocasião aconteceu reunião na FUMBEL, com a presença da FUMBEL, SEMEC, ABDeC e APCC, todos membros do comitê gestor, agora oficializado.
Em linhas gerais, foram abordados os primeiros movimentos para implantação da proposta original feita por este coletivo. Entre elas, a formatação de estatuto, a utilização concreta do espaço com finalidade a difusão da produção audiovisual nacional (incluindo o paraense) e acesso da população de Belém ao espaço.
I Encontro da ABD’s Norte
Com organização da ABDeC Pará e parceria fundamental da SAV (Secretária de Audiovisual – MINc), Regional Norte do MINC, Instituto Amazônia Imaginária, Festival de Cinema de Belém e IPHAN. O encontro aconteceu nos dias 05 e 06 de julho no Hilton Belém. A reunião que contou com a presença das ABD’s de Manaus (Presindete Francisco Filho), Roraima (representante Carlos Levi), Amapá (Presidente e Vice José Amoras e José dos Santos Reis Filho, respectivamente) e e Pará (Afonso Gallindo). Os demais Estados da região convidados (Acre, Rondônia, Tocantins e Maranhão) não puderam se fazer presentes por problemas de ordem profissional, mas enviaram apoio por e-mail. Contamos também com a presença de Solange Lima (ABD Bahia e diretora de regionalização da ABD Nacional). Pontuamos também a participação da representação em Marabá da ABDeC Pará (Marreiros) e da “curumim” APCA (Associação Paraense de Cinema de Animação) e a parti dai oficializada, que já nasce somando na discussão audiovisual do Estado.
A iniciativa, inédita até hoje em nossa região, teve uma pauta ampla e intenção de identificar os problemas comuns, gerar propostas/ações concretas para toda a região.
Os pontos propostos foram: Regionalização e desenho da produção no norte do país, Normatização, Profissionalização, Ancine, CTAV Norte, Convênio Nacional ABD, Memória e formação de platéia.
A discussão entre as diretorias continua e findará com apresentação das propostas e solicitações em Brasília, ainda este ano.
Discussão de Políticas Públicas para o Audiovisual
Aconteceu dia 07 de julho, dentro da Conferência Estadual de Cultura.
Com a presença de Sra. Beth Jaquaribe (SAV – MINc), Sr. Edilson Moura (Secretário de Cultura do Estado), Srs. Jaime Bibas e Alberto Bitar (IAP), Sra. Ana Lobato (NPD), Sr. Valmir Bispo (Fundação Curro Velho), Sr. Careca Braga (?????), Sr. Januário Guedes (FUNTELPA), Sra. Paula Macêdo (MIS Pará), Sr. Cincinato Junior (Câmara Setorial de Cultura do Estado), Sr. Osmar Arrouk (Representando a FUMBEL), Diretoria da ABDeC Pará, Solange Lima (Diretoria de regionalização da ABD Nacional), Marreiros (Delegado ABDeC Pará em Marabá), Suelene Pavão (Delegada Regional STIC-Pará), José Amoras (ABD AP) e Francisco Filho (ABD AM), Diretoria da Associação Paraense de Cinema de Animação (APCA), entre técnicos, realizadores e amantes do audiovisual.
O tema principal foi a elaboração de uma politica concreta para o segmento (como leis orgânicas, editais, fomento e apoio a produções locais...) e o convite para a extensão da reunião que aconteceu durante o Festival de Cinema de Belém, a respeito da implantação da Pará Film Comition.
Na oportunidade foram colocadas as necessidades do segmento, pleito para editais de longa e curtas e também contribuir com a proposta e diretrizes da nova gestão para o Estado, apresentado números e vantagens da implantação da Pará Film Comition, gerendo emprego e renda para todo o Estado e as diversas secretárias do governo e município de Belém.
Como consequência, foi implantado dois GT’s visando estruturar de maneira efetiva entre a sociedade cívil organizada com o governo e o município, indicando a formalização destas possibilidades e amadurecimento das propostas colocadas, visando assim um equilíbrio entre o possível e o desejado e encontrando caminhos, parcerias para viabilização do todo proposto por este coletivo.
CLOSE
Reunião de diretoria e novas diretrizes
Regulariação da associação junto a nacional e demais estâncias, restabelecendo não só o Convênio com a ABD Nacional para produção e finalização, mas também as parcerias desta regional e os resultados para nossos associados.
Reorganização e regularização da contribuição de nosso quadro de associados, valorizando a participação e a fé dos mesmos nesta, visando criar vantagens para os mesmos, resgatando assim seu direito a voto nas discussões e participação de reuniões e encontros do segmento de maneira justa.
quinta-feira, abril 12, 2007
Plano Próximo (EXTRA) - Abril
Informe da ABDeC-Pará para associados e simpatizantes
O tema TV Pública foi aboradado no I FÓRUM DE TV’S PÚBLICAS NA AMAZÔNIA organizado pela FUNTELPA.
Com a participação Eugênio Bucci (Presidente da Radiobrás), Beth Carmona (Presidente da TVE/Rede Brasil), Jorge Cunha (Pres. Assoc. Brasileira das Emissoras Educativas e Culturais – ABEPEC), Tadao Takahashi (Conselho Administrativo da TVE/Rede Brasil) e José Roberto Garcez (Diretor de Jornalismo da Radiobras) e Antonio Achilis (Pres. Rede Minas). O Evento aconteceu no Espaço Olympia e teve participação da ABDeC Pará, como inscrita na evento.
Evento de suma importância para a nova tv Pública Brasileira e que sentimos falta de outras emissoras da região norte. Abordamos os organizadores do evento e nos foi colocado que seria feita uma reunião posterior e que as propostas aqui tiradas, seriam encaminhadas para Brasília sob a rúbrica do Pará e não da região Norte.
Nosso posicionamento foi em primeiro lugar, ouvir e procurar absorver a experiência de profissionais de longa data na produção de tv e o que estaria sendo discutido no circuito nacional a respeito. No segundo momento e por sentirmos falta, levantamos questões como a participação dos produtores independentes neste “conteúdo”, a importância das identidades culturais (que segundo um dos palestrantes: teria endereço certo.) e o respeito as nunces de cultura dos estados que compõem esta imensa “colcha de retalhos” chamada Brasil e a busca de parcerias e troca de experiências entre as tv’s e os realizadores independentes em busca de maior audiência: não seria o caminho ?
Resta uma preocupação importante e que resolve partilhar: até onde esta grade respeitará as caracteristicas de cada região? A necessidade de conteúdos crescerá e aonde eles procurarão este material ? até quando vai haver esta distância entre nós ?
Encaminhamos a Delegacia Regionaldo MINc ofício solicitando apoio para participarmos em Brasília do Fórum Nacional, visando nossa atenção em prol dos realizadores independentes de nosso Estado. Aguardamos retorno.
Aqui esta um pouco do que está acontecendo.
Este é o momento e peço a reflexão de vocês sobre o assunto.
Abraços.
Brasileiros são foco do festival de documentários Hot Docs23/04/2007, 14h30
O Brasil é um dos países foco para negócios no festival de documentários Hot Docs, que acontece até o dia 29 de abril, em Toronto, no Canadá. O país está representado pela Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV) e o Programa Cinema do Brasil. A delegação do Brasil, que conta com 40 profissionais, participa na segunda-feira, 23, do International Co-production Day, juntamente com as delegações da Alemanha e da Itália. Neste dia são promovidas reuniões individuais com representantes de diversas produtoras. Ainda na segunda-feira, o Programa Cinema do Brasil e a ABPITV organizam o Brazilian Networking Event, que será aberto aos participantes do festival.Além dos negócios, quatro filmes brasileiros participam da Mostra in Brazil, que selecionou para este ano 129 filmes de 30 países. Da Redação - TELA VIVA News
Indefinição regulatória inviabiliza negócios entre TVs e telecom
23/04/2007, 15h33
A indefinição regulatória vem inviabilizando a possibilidade de acordos entre operadoras de telecomunicações e radiodifusores. O temor, por parte dos radiodifusores, segundo fontes qualificadas que conversaram com este noticiário, é que as operadoras usem o conteúdo das emissoras nacionais para gerar escala em seus serviços de TV por assinatura, em qualquer plataforma, para depois lançar seus próprios canais. "Enquanto não houver garantias de que as operadoras não podem produzir, ou mesmo programar os conteúdos, não pretendo liberar meu conteúdo para novos serviços", diz um executivo de uma das grandes redes comerciais brasileiras.Além disso, este mesmo executivo defende que o must carry, ou seja, a obrigação existente para as operadoras de cabo levar os sinais das emissoras abertas, não seja incluído nos novos serviços das empresas de telecomunicações, já que a maior audiência entre os assinantes de TV paga é justamente dos canais de TV aberta. Para o executivo, foi um erro permitir que isso acontecesse no passado com a TV a cabo, gerando escala em operações cujo conteúdo é controlado pela Globosat, do grupo Globo. "Hoje é muito difícil colocar um novo canal nacional nestas operações, já que a Globosat é também uma produtora de conteúdo", explica. Fernando Lauterjung - TELA VIVA News
Há mercado externo para o ISDTV? Pouco, calcula DVB23/04/2007, 19h42
Análise numérica a ser considerada, feita por um grande defensor do padrão europeu de TV digital (DVB), acerca do otimismo que o Fórum do ISDTV mostrou durante a última NAB em relação ao potencial de exportação do chamado sistema nipo-brasileiro: "as avaliações sobre TV digital indicam que o mercado ainda aberto para padrões de 6 MHz e 60 Hz corresponde a aproximadamente 3% da cobertura da população mundial. O mercado ainda aberto em países com 7 MHz e 8 MHz de largura de banda é maior (aproximadamente 15% da população), mas esse mercado o ISDTV não tem como disputar, já que é tecnicamente incompatível com o mesmo. Assim sendo, o ISDTV, que conta com 2,8% de mercado mundial (porcentagem da população brasileira em relação à população mundial) poderia, se vencesse todas as disputas com o DVB-T e o ATSC (o que é altamente improvável), contar com 5,8% do mercado mundial. Em síntese, não há mais o que comemorar em termos de economias de escala, ou em última análise, de preços baixos para a população brasileira. Do jeito que está parece até desperdício de tempo tentar exportar, pois não vai acrescentar muita coisa, ao menos para o consumidor brasileiro".Não é assim, evidentemente, que pensa o Fórum do ISDTV, mas as próprias empresas brasileiras sabem que a exportação, pelo menos nesse momento, não é a prioridade número um, até pelo volume de trabalho para colocar o padrão brasileiro "na rua". Também há quem diga que, mais importante do que a escala comercial, o que o Brasil busca é um bom posicionamento geopolítico em relação a uma tecnologia nova, e o ISDTV se prestará muito a isso.Vale lembrar que quem disse que o Brasil tinha chances de explorar o mercado internacional de padrões para TV digital foi Peter MacAvock, diretor executivo do DVB Project, em entrevista a este noticiário na semana passada. Pode ter sido, obviamente, apenas uma declaração gentil. Samuel Possebon - TELA VIVA News
O tema TV Pública foi aboradado no I FÓRUM DE TV’S PÚBLICAS NA AMAZÔNIA organizado pela FUNTELPA.
Com a participação Eugênio Bucci (Presidente da Radiobrás), Beth Carmona (Presidente da TVE/Rede Brasil), Jorge Cunha (Pres. Assoc. Brasileira das Emissoras Educativas e Culturais – ABEPEC), Tadao Takahashi (Conselho Administrativo da TVE/Rede Brasil) e José Roberto Garcez (Diretor de Jornalismo da Radiobras) e Antonio Achilis (Pres. Rede Minas). O Evento aconteceu no Espaço Olympia e teve participação da ABDeC Pará, como inscrita na evento.
Evento de suma importância para a nova tv Pública Brasileira e que sentimos falta de outras emissoras da região norte. Abordamos os organizadores do evento e nos foi colocado que seria feita uma reunião posterior e que as propostas aqui tiradas, seriam encaminhadas para Brasília sob a rúbrica do Pará e não da região Norte.
Nosso posicionamento foi em primeiro lugar, ouvir e procurar absorver a experiência de profissionais de longa data na produção de tv e o que estaria sendo discutido no circuito nacional a respeito. No segundo momento e por sentirmos falta, levantamos questões como a participação dos produtores independentes neste “conteúdo”, a importância das identidades culturais (que segundo um dos palestrantes: teria endereço certo.) e o respeito as nunces de cultura dos estados que compõem esta imensa “colcha de retalhos” chamada Brasil e a busca de parcerias e troca de experiências entre as tv’s e os realizadores independentes em busca de maior audiência: não seria o caminho ?
Resta uma preocupação importante e que resolve partilhar: até onde esta grade respeitará as caracteristicas de cada região? A necessidade de conteúdos crescerá e aonde eles procurarão este material ? até quando vai haver esta distância entre nós ?
Encaminhamos a Delegacia Regionaldo MINc ofício solicitando apoio para participarmos em Brasília do Fórum Nacional, visando nossa atenção em prol dos realizadores independentes de nosso Estado. Aguardamos retorno.
Aqui esta um pouco do que está acontecendo.
Este é o momento e peço a reflexão de vocês sobre o assunto.
Abraços.
Brasileiros são foco do festival de documentários Hot Docs23/04/2007, 14h30
O Brasil é um dos países foco para negócios no festival de documentários Hot Docs, que acontece até o dia 29 de abril, em Toronto, no Canadá. O país está representado pela Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV) e o Programa Cinema do Brasil. A delegação do Brasil, que conta com 40 profissionais, participa na segunda-feira, 23, do International Co-production Day, juntamente com as delegações da Alemanha e da Itália. Neste dia são promovidas reuniões individuais com representantes de diversas produtoras. Ainda na segunda-feira, o Programa Cinema do Brasil e a ABPITV organizam o Brazilian Networking Event, que será aberto aos participantes do festival.Além dos negócios, quatro filmes brasileiros participam da Mostra in Brazil, que selecionou para este ano 129 filmes de 30 países. Da Redação - TELA VIVA News
Indefinição regulatória inviabiliza negócios entre TVs e telecom
23/04/2007, 15h33
A indefinição regulatória vem inviabilizando a possibilidade de acordos entre operadoras de telecomunicações e radiodifusores. O temor, por parte dos radiodifusores, segundo fontes qualificadas que conversaram com este noticiário, é que as operadoras usem o conteúdo das emissoras nacionais para gerar escala em seus serviços de TV por assinatura, em qualquer plataforma, para depois lançar seus próprios canais. "Enquanto não houver garantias de que as operadoras não podem produzir, ou mesmo programar os conteúdos, não pretendo liberar meu conteúdo para novos serviços", diz um executivo de uma das grandes redes comerciais brasileiras.Além disso, este mesmo executivo defende que o must carry, ou seja, a obrigação existente para as operadoras de cabo levar os sinais das emissoras abertas, não seja incluído nos novos serviços das empresas de telecomunicações, já que a maior audiência entre os assinantes de TV paga é justamente dos canais de TV aberta. Para o executivo, foi um erro permitir que isso acontecesse no passado com a TV a cabo, gerando escala em operações cujo conteúdo é controlado pela Globosat, do grupo Globo. "Hoje é muito difícil colocar um novo canal nacional nestas operações, já que a Globosat é também uma produtora de conteúdo", explica. Fernando Lauterjung - TELA VIVA News
Há mercado externo para o ISDTV? Pouco, calcula DVB23/04/2007, 19h42
Análise numérica a ser considerada, feita por um grande defensor do padrão europeu de TV digital (DVB), acerca do otimismo que o Fórum do ISDTV mostrou durante a última NAB em relação ao potencial de exportação do chamado sistema nipo-brasileiro: "as avaliações sobre TV digital indicam que o mercado ainda aberto para padrões de 6 MHz e 60 Hz corresponde a aproximadamente 3% da cobertura da população mundial. O mercado ainda aberto em países com 7 MHz e 8 MHz de largura de banda é maior (aproximadamente 15% da população), mas esse mercado o ISDTV não tem como disputar, já que é tecnicamente incompatível com o mesmo. Assim sendo, o ISDTV, que conta com 2,8% de mercado mundial (porcentagem da população brasileira em relação à população mundial) poderia, se vencesse todas as disputas com o DVB-T e o ATSC (o que é altamente improvável), contar com 5,8% do mercado mundial. Em síntese, não há mais o que comemorar em termos de economias de escala, ou em última análise, de preços baixos para a população brasileira. Do jeito que está parece até desperdício de tempo tentar exportar, pois não vai acrescentar muita coisa, ao menos para o consumidor brasileiro".Não é assim, evidentemente, que pensa o Fórum do ISDTV, mas as próprias empresas brasileiras sabem que a exportação, pelo menos nesse momento, não é a prioridade número um, até pelo volume de trabalho para colocar o padrão brasileiro "na rua". Também há quem diga que, mais importante do que a escala comercial, o que o Brasil busca é um bom posicionamento geopolítico em relação a uma tecnologia nova, e o ISDTV se prestará muito a isso.Vale lembrar que quem disse que o Brasil tinha chances de explorar o mercado internacional de padrões para TV digital foi Peter MacAvock, diretor executivo do DVB Project, em entrevista a este noticiário na semana passada. Pode ter sido, obviamente, apenas uma declaração gentil. Samuel Possebon - TELA VIVA News
Assinar:
Postagens (Atom)