Pela 13ª vez, Belo Horizonte sedia os exames de seleção para estudantes brasileiro do Processo Seletivo 2009/2012 da EICTV, de Cuba. As inscrições até estão abertas até o dia 18 de março. As provas serão aplicadas nos dias 20 e 21 de março. As provas acontecerão também em Recife – PE, Florianópolis – SC e Campo Grande - MS.
Serão oferecidas sete especializações - Produção, Roteiro, Direção, Fotografia, Som, Documentário e Edição. Cada candidato deverá optar por uma destas especializações.
Do Brasil, serão selecionados de quatro a seis candidatos que irão fazer parte de um grupo multinacional de 40 estudantes da América Latina, Caribe, Estados Unidos, África e da Comunidade Européia. O curso tem duração de 3 anos. O início está previsto para setembro de 2009 e término em julho de 2012.
Condições e Documentos exigidos:
1) Nacionalidade brasileira.
2) Ter Idade entre 22 e 29 anos.
3) Preencher e enviar por e-mail a ficha de inscrição para a comissão do local onde fará a prova (O candidato deve levar uma cópia impressa, no dia da prova).
4) Apresentar Certificados legais de estudos que demonstrem que concluiu dois anos de estudos superiores sistemáticos, técnicos ou universitários em qualquer carreira. (Apresentar os Títulos ou Diplomas em fotocópias legais).
5) Responder a duas provas escritas, sendo uma de conhecimentos gerais sobre aspectos culturais e outra da área específica, eleita pelo candidato. Os aprovados passarão também por uma entrevista oral.
6) Apresentar seu currículo impresso.
7) Apresentar Carta de motivação, que justifique seu interesse em estudar cinema. No caso de este texto estar escrito em português, o candidato deve apresentar uma cópia em espanhol.
8) Apresentar um Auto-retrato do candidato, em qualquer suporte, técnica ou formato.
9) Apresentar um Arquivo pessoal (de materiais em cine, vídeo, foto fixa, música, artes gráficas, literatura, teatro, imprensa, etc.) em cuja elaboração haja participado ou desempenhado um papel significativo e criativo, e que seu nome figure nos créditos da mesma.
10) Apresentar uma carta de Aval, de pessoa ou de Instituição que se encarregará da matrícula, com contatos.
11) Taxa de inscrição - 40 reais (o pagamento deve ser efetuado em dinheiro, no dia da prova).
12) Entregar seis fotos, tamanho 10x10cm. Uma das fotos deverá ser afixada no local apropriado da ficha de inscrição.
13) Certificado médico de aptidão física e mental.
Os documentos e materiais deverão ser entregues no dia da Prova
Informações sobre as provas
Cada candidato responderá à 2 provas escritas: uma prova de conhecimentos gerais e uma prova correspondente à especialização que escolheu. Os candidatos aprovados nas provas escritas serão entrevistados no dia seguinte pela comissão julgadora, que realiza uma pré-seleção. O Conselho Docente da EICTV, sediado em Cuba, faz a seleção final. Os nomes dos candidatos selecionados para o curso regular 2009-2012 serão anunciados na segunda quinzena de junho.
A matrícula para os três anos tem um custo total de quinze mil euros (cinco mil euros por ano). Forma de pagamento: à vista (em setembro) ou em duas parcelas (setembro e janeiro).
A matrícula cobre 25 por cento do custo real da formação do aluno, sendo 50 por cento assumidos pelo estado cubano e os outros 25 por cento pela própria escola.
Os estudantes que ingressam no curso regular têm direito a hospedagem em quartos individuais, alimentação, transporte entre Havana e San Antonio de los Banos, assistência médica primária e de emergência, material escolar e produção integral dos trabalhos em cinema e vídeo.
As provas escritas acontecem a partir das 8 h da manhã, do dia 20 de março.
Informações e locais de inscrição:
As fichas de inscrição serão disponibilizadas pela internet através dos sites, da Associação Curta Minas/ABD-MG (www.curtaminas.com.br), da Página 21 (www.pagina21.com.br), da Cinemateca Instituto Selvino Caramori. (www.instselvinocaramori.org.br) e da Associação de Cinema e Vídeo-MS / ABD-MS (acvms.blogspot.com).
Após o preenchimento, favor enviar por e-mail a ficha de inscrição para a cidade onde você pretende realizar os exames.
Belo Horizonte / MG
eictvbh@yahoo.com.br
Curta Minas – (31) 3201-9665 – Daniela ou João / 8476-2129 – Ana Luiza
Recife / PE
eictv@pagina21.com.br
Página 21 – (81) 3421 7180 – Amaro
Florianópolis / SC
eictv@instselvinocaramori.org.br
Instituto Selvino Caramori – (49) 3567-0011 – Carol
Campo Grande / MS
candal.abdms@gmail.com
ACV-MS (Candido) – (67) 3345-7027 / (67) 9608-7066 – Candido
Coordenação Geral:guigobh@yahoo.com
Guigo Pádua 31 9635-1026
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
ABDeC Pará e Funtelpa divulgam resultado do Concurso de Minissérie
Depois de três meses de chegou ao fim o Concurso de Minisséries da TV Cultura.
Entre o processo de pré-inscrição, oficina preparatória, inscrição de projeto e avaliação dos trabalhos inscritos, aqui está o resultado do Concurso de Minissérie da TV Cultura do Pará.
E com satisfação que nós da ABDeC Pará que contribuimos na divulgação e na indicação de membro para grupo de avaliação, nosso associado Roberto Moreira, vimos aqui fazer a divulgação.
Entre os oito projetos inscritos, Miguel, Miguel, de Roger Elarrat e Vida de Cão, de Waleriano Duarte, foram os selecionados.
Depois de 21 dias reunidos, os membros da Comissão de Seleção avaliaram os projetos inscritos e selecionaram os cinco que mais se adequaram à proposta do Concurso, avaliando os critérios de criatividade, consistência do argumento, qualidade técnica e estética do roteiro desenvolvido, além da viabilidade de realização do projeto.
A decisão final da Comissão foi divulgada pela Comissão de Seleção no dia 05. Os dois projetos selecionados receberão, cada um, uma premiação de R$100 mil, que equivale ao contrato de co-produção firmado com a TV Cultura do Pará para a realização do projeto que irá ao ar na grade da TV pública do Estado com data ainda a ser definida. Para Regina Lima, presidente da Funtelpa, acredita que "práticas como essa de valorização da mão-de-obra e da produção intelectual local sempre são apostas acertadas". Segundo a presidente da instituição "este Concurso foi apenas o início de uma prática que a Rede Cultura de Comunicação pretende cultuar em suas ações". O pioneirismo da TV Cultura lançando um projeto desta natureza que abrange as mais diversas áreas produtivas do Estado, como produtoras, atores, empresas de sonorização vem de encontro a interpretação desta diretoria em valorizar e estimular a o mercado audiovisual paraense e conforme compementa Regina Lima "é um mercado de produção que se cria, onde quem ganha é a própria população, que poderá conferir na programação de tevê, um produto diferenciado, produzido por paraenses".
A proposta do Concurso é, além de impulsionar a produção do audiovisual, resgatar e valorizar as obras literárias de autores paraenses.
Entre o processo de pré-inscrição, oficina preparatória, inscrição de projeto e avaliação dos trabalhos inscritos, aqui está o resultado do Concurso de Minissérie da TV Cultura do Pará.
E com satisfação que nós da ABDeC Pará que contribuimos na divulgação e na indicação de membro para grupo de avaliação, nosso associado Roberto Moreira, vimos aqui fazer a divulgação.
Entre os oito projetos inscritos, Miguel, Miguel, de Roger Elarrat e Vida de Cão, de Waleriano Duarte, foram os selecionados.
Depois de 21 dias reunidos, os membros da Comissão de Seleção avaliaram os projetos inscritos e selecionaram os cinco que mais se adequaram à proposta do Concurso, avaliando os critérios de criatividade, consistência do argumento, qualidade técnica e estética do roteiro desenvolvido, além da viabilidade de realização do projeto.
A decisão final da Comissão foi divulgada pela Comissão de Seleção no dia 05. Os dois projetos selecionados receberão, cada um, uma premiação de R$100 mil, que equivale ao contrato de co-produção firmado com a TV Cultura do Pará para a realização do projeto que irá ao ar na grade da TV pública do Estado com data ainda a ser definida. Para Regina Lima, presidente da Funtelpa, acredita que "práticas como essa de valorização da mão-de-obra e da produção intelectual local sempre são apostas acertadas". Segundo a presidente da instituição "este Concurso foi apenas o início de uma prática que a Rede Cultura de Comunicação pretende cultuar em suas ações". O pioneirismo da TV Cultura lançando um projeto desta natureza que abrange as mais diversas áreas produtivas do Estado, como produtoras, atores, empresas de sonorização vem de encontro a interpretação desta diretoria em valorizar e estimular a o mercado audiovisual paraense e conforme compementa Regina Lima "é um mercado de produção que se cria, onde quem ganha é a própria população, que poderá conferir na programação de tevê, um produto diferenciado, produzido por paraenses".
A proposta do Concurso é, além de impulsionar a produção do audiovisual, resgatar e valorizar as obras literárias de autores paraenses.
Roger Elarrat e Waleriano Duarte têm a missão agora de pôr em prática o projeto de produzir cinco capítulos inéditos, com treze minutos de duração cada, inspirados em obras de autores paraenses. O resultado poderá ser conferido daqui com cinco meses, que é o prazo estipulado pelo Edital do Concurso para a conclusão dos trabalhos. Regina Lima também informa que “para esta edição inaugural do Concurso, os investimentos foram integralmente dependidos pela Funtelpa”. A idéia para os concursos seguintes é buscar parcerias com outras empresas interessadas em investir em cultura e informação. "É uma experiência nova para as tevês públicas brasileiras. Esperamos que este Projeto Piloto traga bons resultados, que serão criteriosamente avaliados. Dependendo da receptividade desta primeira aposta, lançaremos não mais um edital por ano, mas dois ou três, garantindo assim uma maior freqüência de minisséries no ar", conclui Regina Lima. Pra nós da ABDeC é uma importante janela democrática para coletivo de nosso Estado, comprovando o talento e profissionalismo dos técnicos do Pará e isso está sendo possível graças a parceria, a sensibilidade da Funtelpa, de Regina Lima (Presidente da Instituição), de Dimitri Maracajá (Diretor da Tv) e de toda a equipe da Rede Cultura de Televisão.
segunda-feira, janeiro 12, 2009
Abertas as inscrições para o AMAZONIADOC
“Integrar para não entregar” foi lema de um grande projeto de penetração e ocupação da Amazônia, e não obstante os interesses patrióticos, foi o responsável pela dizimação de muitos grupos primitivos que habitavam a região, prática iniciada ainda na virada do século XIX para o século XX, e que de alguma forma está inconclusa, visto que no alvorecer deste novo século existem grupos que não têm seus direitos respeitados e valorizados inclusive por serem os legítimos donos da terra, e com o passar do tempo vão desaparecendo.Há que se mostrar, denunciar, cantar e louvar a Amazônia, suas riquezas, sua dignidade, seu povo. Importa mostrar ao mundo e a nós mesmos, nossa cara e nossa gente, nossas características e nossa produção, como forma de unirmo-nos em torno de um ideal, de uma linguagem que possa expressar as nossas múltiplas e diversas facetas.
Há décadas se discute a situação de degradação progressiva que a maior floresta em biodiversidade do mundo se encontra. Isto sem falar nas condições precárias que os amazônidas vivem, não obstante serem ricos por natureza - por habitarem sobre filões de minérios, cercados por uma vegetação que cresce em solo fértil “onde se plantando tudo dá”...
Essa dicotomia tem suscitado movimentações planetárias, e não só no sentido teórico, uma vez que há décadas a região recebe muitos e diferentes olhares, olhares de nacionalidades diversas, que espalmam aquele território, com interesses vários, dividindo opiniões, projetando-o, e nem sempre dando-lhe a importância que tem, mas também vindo ao encontro das preocupações nacionais de utilização sustentável e preservação, a colocar a problemática da manutenção da vida na Terra como assunto prioritário e sempre na pauta do dia!
Nascido sob a motivação de propagar as potencialidades da Amazônia e dos Amazônidas para o mundo, o I AMAZONIA DOC – Festival de Documentários Pan-Amazônicos, pretende promover uma grande amostragem da produção audiovisual da macro-região que se estende por parte de oito países da América do Sul (Brasil, Colômbia, Guiana Francesa, Venezuela, Suriname, Equador, Peru e Bolívia) e que é detentora de uma das maiores riquezas hídricas, biológicas e minerais do planeta e realizar o I Seminário Pan-amazônico de Documentários, com palestras, debates e encontros temáticos sobre as questões sócio-ambientais a partir dos documentários apresentados e das questões suscitadas pelas obras, realizadores e participantes, oferecendo ao público, a primeira edição do AMAZÔNIA DOC.
Além disso, movimenta a economia, o turismo, faz circular informação, proporciona intercâmbio entre artistas, produtores, pesquisadores e estimula a cultura como um todo, especialmente na área cinematográfica.
O I AMAZÔNIA DOC, irá exibir e premiar obras em película e vídeo cuja temática é a defesa da manutenção e da qualidade de vida na Terra.
Estrutura do Festival
Estrutura do Festival
O Festival acontecerá durante cinco(05) dias consecutivos e terá a seguinte estrutura de programação:
Período: Abril
Data: de 22 a 26 / 04 / 2009 (Quarta à Domingo)
Locais de exibição: Cine Olympia - Cine Líbero Luxardo – Cine IAP
Sessão de abertura - Teatro Maria Sylvia Nunes no dia 22/04 às 20h
Sessão de encerramento - Teatro Maria Sylvia Nunes no dia 26/04 às 20h
Mostras CompetitivasLongas/Médias/Curtas/Etnográficos
Mostras Paralelas/Animação/Comunidades Tradicionais e Movimentos Sociais
Mostras Itinerantes
Maio / Junho / Julho 2009Marabá-PaSantarém-PaSoure-Pa
Prêmio Amazônia 7
Categorias
Prêmio AMAZÔNIA - Augusto Ruschi* (maior destaque entre as obras)
Prêmio AMAZÔNIA Ouro – Melhor LONGA
Prêmio AMAZÔNIA Prata – Melhor MÉDIA
Prêmio AMAZÔNIA Bronze – Melhor CURTA
Prêmio AMAZÔNIA – Melhor Filme Etnográfico
Prêmio Amazônia Especial - melhor FILME escolhido por júri popular
Prêmio Amazônia Especial - Técnico local
Homenagem especialA uma personalidade do tema-eixo/ano: em 2009 – a definir
Homenagem especialA uma personalidade do tema-eixo/ano: em 2009 – a definir
Zienhe Castro
Direção Geral - Produção ExecutivaI
Amazonia DocFestival Pan-Amazônicos de Documentários
sábado, janeiro 03, 2009
O cinema digital: uma transfiguração do real?
Por Inês Gil
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
A técnica digital, que hoje faz parte integrante da imagem cinematográfica, limita-se na maior parte dos casos em produzir efeitos que inibem a narrativa. Sedutores para o olhar, a indústria usa-os ao máximo, reduzindo o cinema a um espectáculo, facilmente consumido, rapidamente assimilado e que se torna aditivo como qualquer produto artificial. Como Manovich o analisou, a evolução do cinema a partir da técnica digital tende para um novo media como, por exemplo, no caso de Time Code, realizado por Mike Figgis em 2000. Time Code organiza-se a partir de uma montagem espacial de quatro planos sequência simultâneos; de um sistema de câmaras que se assemelha às câmaras de vigilância; de vários pontos de vista, muito utilizados nos jogos de computador (Manovich, 2001). Não há dúvida que o cinema está a transformar-se, misturando técnicas experimentais com técnicas clássicas. E se a representação do real evolui com a técnica digital, os efeitos criados seguem as regras do cinema clássico: o espectador deve poder acreditar na sua existência e identificar-se com a narrativa (Manovich, 2001). Por isso, a transfiguração do cinema não se encontra no cinema digital “clássico” mas é no cinema analógico que ela se revela, na película tradicional de registo da realidade.
Leia na integra: http://www.bocc.ubi.pt/pag/gil-ines-cinema-digital-transfiguracao-real.pdf
Fonte: http://www2.eptic.com.br/eptic_es/
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
A técnica digital, que hoje faz parte integrante da imagem cinematográfica, limita-se na maior parte dos casos em produzir efeitos que inibem a narrativa. Sedutores para o olhar, a indústria usa-os ao máximo, reduzindo o cinema a um espectáculo, facilmente consumido, rapidamente assimilado e que se torna aditivo como qualquer produto artificial. Como Manovich o analisou, a evolução do cinema a partir da técnica digital tende para um novo media como, por exemplo, no caso de Time Code, realizado por Mike Figgis em 2000. Time Code organiza-se a partir de uma montagem espacial de quatro planos sequência simultâneos; de um sistema de câmaras que se assemelha às câmaras de vigilância; de vários pontos de vista, muito utilizados nos jogos de computador (Manovich, 2001). Não há dúvida que o cinema está a transformar-se, misturando técnicas experimentais com técnicas clássicas. E se a representação do real evolui com a técnica digital, os efeitos criados seguem as regras do cinema clássico: o espectador deve poder acreditar na sua existência e identificar-se com a narrativa (Manovich, 2001). Por isso, a transfiguração do cinema não se encontra no cinema digital “clássico” mas é no cinema analógico que ela se revela, na película tradicional de registo da realidade.
Leia na integra: http://www.bocc.ubi.pt/pag/gil-ines-cinema-digital-transfiguracao-real.pdf
Fonte: http://www2.eptic.com.br/eptic_es/
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